NÃO A GUERRA, UMA ESPERANÇA
-Tahyane Rangel-




Através dos tempos vemos que a insanidade de alguns seres humanos vem destruindo crescentemente o nosso planeta, nele envolvidos: os próprios habitantes, os recursos ecológicos, espécies, riquezas naturais...

Todos sabem que espécies foram e continuam sendo extintas, doenças já erradicadas retornam ao cenário, para não se falar em novas pragas, doenças desconhecidas...


A maioria desses "desastres", alguns irreversíveis, é consequência de atitudes inconscientes e conscientes de destruição. Pouca coisa tem conseguido deter a insânia destas mentes sem luz envoltas na ânsia de poder, de dominação, no orgulho, sem escrúpulos

A população mundial em sua maioria clama por paz!
Muitos sabem e tem consciência das consequências de uma guerra num planeta já tão castigado como nos encontramos atualmente.
Temos vivido num constante " day after" que vem se amenizando pelo correr do tempo, mas em muitos pontos do planeta o "day after" é a realidade do dia a dia

Alterações climáticas, campos antes floridos que tornaram-se para sempre um deserto em sua aridez, ameaça concreta do desaparecimento da água potável, deteriorização crescente da qualidade de vida são as páginas da nossa realidade.

A iminência de uma nova guerra que se somará a outras atualmente em curso, de imediato trará o aumento da população de órfãos, aumento consideravel da pobreza mundial e mais escassez de recursos Será que ainda é preciso mais argumentos para se dizer não à guerra?

A paz não é um milagre que vem do nada, é prática constante que deve ser cultivada como tesouro dentro de cada um de nós, nas pequenas coisas no nosso dia a dia.

Se não cultivarmos este estado de paz, dizendo não a exarcebação do egoísmo, dizendo não a violência urbana, se não praticarmos a paciência na convivência diária entre semelhantes, a compreensão, se não controlarmos o orgulho, a vaidade, a competição e ambição desenfreadas, estaremos formando nossa personalidade para um perfil dominador, bruto, inconsequente e iremos nos instalar no poder mesmo que não haja legitimidade, seremos as futuras "buchas" incendiárias a serviço da insânia e destruição


Não bastam apenas vozes para clamar a paz, não basta apenas a "intenção de paz" temos de quere-la, temos que conquistá-la, temos que cultiva-la e faze-la florescer

Será que nossas vozes serão ouvidas, agora?
Será que a força dos nossos protestos conseguirá impedir uma nova guerra? Deus permita que sim, e que os clamores de paz de última hora sejam o inicio do despertar para a visão de um novo tempo, cujo caminho só poderá ser trilhado com amor e paz no coração!
















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Autora: Tahyane Rangel
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