Através dos tempos vemos que a insanidade de alguns seres humanos
vem destruindo crescentemente o nosso planeta, nele envolvidos:
os próprios habitantes, os recursos ecológicos, espécies, riquezas naturais...
Todos sabem que espécies foram e continuam sendo extintas,
doenças já erradicadas retornam ao cenário, para não se
falar em novas pragas, doenças desconhecidas...
A maioria desses "desastres", alguns irreversíveis,
é consequência de atitudes inconscientes e conscientes de destruição.
Pouca coisa tem conseguido deter a insânia destas mentes sem luz
envoltas na ânsia de poder, de dominação, no orgulho, sem escrúpulos
A população mundial em sua maioria clama por paz!
Muitos sabem e tem consciência das consequências de uma guerra
num planeta já tão castigado como nos encontramos atualmente.
Temos vivido num constante " day after" que vem se amenizando
pelo correr do tempo, mas em muitos pontos do planeta
o "day after" é a realidade do dia a dia
Alterações climáticas, campos antes floridos que tornaram-se para
sempre um deserto em sua aridez, ameaça concreta do desaparecimento
da água potável, deteriorização crescente da qualidade de vida
são as páginas da nossa realidade.
A iminência de uma nova guerra que se somará a outras atualmente
em curso, de imediato trará o aumento da população de órfãos,
aumento consideravel da pobreza mundial e mais escassez de recursos
Será que ainda é preciso mais argumentos para se dizer não à guerra?
A paz não é um milagre que vem do nada, é prática constante que deve
ser cultivada como tesouro dentro de cada um de nós,
nas pequenas coisas no nosso dia a dia.
Se não cultivarmos este estado de paz, dizendo não a
exarcebação do egoísmo, dizendo não a violência urbana,
se não praticarmos a paciência na convivência diária entre semelhantes,
a compreensão, se não controlarmos o orgulho, a vaidade,
a competição e ambição desenfreadas, estaremos formando
nossa personalidade para um perfil dominador, bruto, inconsequente
e iremos nos instalar no poder mesmo que não haja legitimidade,
seremos as futuras "buchas" incendiárias a serviço da insânia e destruição
Não bastam apenas vozes para clamar a paz,
não basta apenas a "intenção de paz"
temos de quere-la, temos que conquistá-la,
temos que cultiva-la e faze-la florescer
Será que nossas vozes serão ouvidas, agora?
Será que a força dos nossos protestos conseguirá impedir uma nova guerra?
Deus permita que sim, e que os clamores de paz de
última hora sejam o inicio do despertar para a visão de um novo tempo,
cujo caminho só poderá ser trilhado com amor e paz no coração!