CITAÇÕES DE MAHATMA GANDHI
A vida é somente vida quando existe amor.
A não violência é a arma dos fortes.
A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte.
A terra provê o suficiente para a necessidade de todos os homens,
mas não para a voracidade de todos.
Nada tenho de novo para ensinar ao mundo. A verdade e a não-violência
são tão antigas quanto as montanhas. Tudo o que tenho feito é tentar praticá-las
na escala mais vasta que me é possível. Assim fazendo, errei algumas vezes
e aprendi com meus erros.
Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.
Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo.
O medo tem alguma utilidade, mas a covardia não.
Os covardes são incapazes de dar amor ou de reconhecer o valor.
Isto é para os corajosos.
Os fracos não podem perdoar. O perdão é atributo dos fortes.
Se queremos progredir, não devemos repetir a história,
mas fazer uma história nova.
Tolerância mútua é uma necessidade em todos os tempos e para todas as raças.
Mas tolerância não significa aceitar o que se tolera.
O nosso muito falar nos afasta de Deus; o nosso sábio calar atrai Deus a nós.
Só quem se integra em Deus sabe o que é Deus.
O que quer que você faça será insignificante, mas é muito importante que você o faça.
Eu repudiaria o patriotismo que procurasse apoio na miséria
ou à na exploração de outras nações. O patriotismo que eu concebo
não vale nada se não se conciliar sempre, sem exceções, com o maior bem
e a paz de toda a humanidade.
Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões.
Seja a mudança que quer ver no mundo.
Mohandas Karamchand Gandhi (Devanagari), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (Mahatma, do sânscrito "grande alma") (2 de outubro de 1869 - Nova Déli, 30 de janeiro de 1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.
Gandhi ajudou a libertar a Índia do governo britânico, inspirando outros povos coloniais a trabalhar pelas suas próprias independências e em última análise para o desmantelamento do Império Britânico e sua substituição pela Comunidade Britânica (Commonwealth). O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racistas, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).
A filosofia de Gandhi e suas idéias sobre o satya e o ahimsa foram influenciadas pelo Bhagavad Gita e por crenças hindus e da religião jainista. O conceito de 'não-violência' (ahimsa) permaneceu por muito tempo no pensamento religioso da Índia e pode ser encontrado em diversas passagens do textos hindus, budistas e jainistas. Gandhi explica sua filosofia como um modo de vida em sua autobiografia.
Estritamente vegetariano, escreveu livros sobre o vegetarianismo enquanto estudava direito em Londres (onde encontrou um entusiasta do vegetarianismo, Henry Salt, nos encontros da chamada Sociedade Vegetariana). Ser vegetariano fazia parte das tradições hindus e jainistas. A maioria dos hindus no estado de Gujarat eram-no, efetivamente. Gandhi experimentou diversos tipos de alimentação e concluiu que uma dieta deve ser suficiente apenas para satisfazer as necessidades do corpo humano. Jejuava muito, e usava o jejum frequentemente como estratégia política.
Gandhi renunciou ao sexo quando tinha 36 anos de idade e ainda era casado, uma decisão que foi profundamente influenciada pela crença hindu do brachmacharya, ou pureza espiritual e prática, largamente associada ao celibato. Também passava um dia da semana em silêncio. Abster-se de falar, segundo acreditava, lhe trazia paz interior. A mudez tinha origens nas crenças do mouna e do shanti. Nesses dias ele se comunicava com os outros apenas escrevendo.
Depois de retornar à Índia de sua bem-sucedida carreira de advogado na África do Sul, ele deixou de usar as roupas que representavam riqueza e sucesso. Passou a usar um tipo de roupa que costumava ser usada pelos mais pobres entre os indianos. Promovia o uso de roupas feitas em casas (khadi). Gandhi e seus seguidores fabricavam artesanalmente os tecidos da própria roupa e usavam esses tecidos em suas vestes; também incentivava os outros a fazer isso, o que representava uma ameaça ao negócio britânico - apesar dos indianos estarem desempregados, em grande parte pela decadência da indústria têxtil, eles eram forçados a comprar roupas feitas em indústrias inglesas. Se os indianos fizessem suas próprias roupas, isso arruinaria a indústria têxtil britânica, ao invés. O tear manual, símbolo desse ato de afirmação, viria a ser incorporado à bandeira do Congresso Nacional Indiano e à própria bandeira indiana.
Também era contra o sistema convencional de educação em escolas, preferindo acreditar que as crianças aprenderiam mais com seus pais e com a sociedade. Na África do Sul, Gandhi e outros homens mais velhos formaram um grupo de professores que lecionava diretamente e livremente às crianças.
Fonte Wikipedia
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